A campanha nacional de vacinação contra a influenza teve início nesta segunda-feira (7), com o objetivo de imunizar 90% dos grupos prioritários, conforme meta do Ministério da Saúde. Entre os grupos contemplados estão crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos, gestantes e outras populações vulneráveis.
Além desses, têm direito à vacina gratuita trabalhadores da saúde, puérperas, professores, indígenas, pessoas em situação de rua, profissionais das forças de segurança e Forças Armadas, pessoas com doenças crônicas ou deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, portuários, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.
A vacina de 2025 protege contra três cepas do vírus da gripe: H1N1, H3N2 e B. Ela pode ser administrada simultaneamente com outras vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação.
Este ano, a vacinação será dividida em duas fases. No primeiro semestre, as doses serão distribuídas nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, enquanto a Região Norte receberá a imunização no segundo semestre, período conhecido como “inverno amazônico”, quando há maior circulação do vírus.
O Ministério da Saúde adquiriu 73,6 milhões de doses, sendo 67,6 milhões distribuídas no primeiro semestre e 5,9 milhões reservadas para o Norte. A eficácia da vacina é estimada entre 60% e 70% na prevenção de casos graves e mortes pela gripe. Em 2024, a cobertura vacinal não atingiu a meta, com apenas 55% de imunização nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, e menos de 49% na Região Norte.
O governo reforça que a vacinação é segura, gratuita e continua sendo a principal medida para evitar complicações graves da gripe. Crianças menores de 6 meses e pessoas com histórico de reações alérgicas graves a vacinas anteriores devem evitar a imunização.

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