BLOG DO IVSON LIMA

O que acontece no Maranhão, do jeito que você entende.

  • Dois irmãos eram o alvo de ataque à churrascaria, diz a Polícia Civil

    Cinco pessoas ficaram feridas após um ataque a tiros registrado na noite desta segunda-feira (11) em uma churrascaria na Avenida Daniel de La Touche, na região da Cohama, em São Luís. A Polícia Civil trata o caso como uma tentativa de homicídio contra dois irmãos que estavam no local no momento da ação.

    De acordo com informações da investigação, os alvos seriam Carlos Vinícius Pereira Costa e Iago Pereira Costa. Testemunhas relataram que quatro homens chegaram ao estabelecimento em um Hyundai HB20 vermelho. Três deles desceram armados, invadiram o restaurante e começaram a atirar em direção aos irmãos.

    O ataque provocou correria e pânico entre clientes e funcionários. Ainda segundo a polícia, houve troca de tiros dentro da churrascaria após reação dos alvos, aumentando a tensão no local.

    Além dos dois irmãos, também foram baleados Ivanira Soares Pereira, mãe deles, e os funcionários Yasmin Gonçalves Ferreira e Antônio Carlos da Silva Costa, que trabalhavam no estabelecimento no momento do confronto.

    As vítimas foram socorridas para diferentes unidades de saúde da capital. Carlos Vinícius e Iago Pereira foram encaminhados ao Hospital São Domingos. Ivanira foi levada para a UDI Hospital, enquanto os dois funcionários deram entrada no Socorrão I. Até agora, não há informações oficiais sobre o estado de saúde deles.

    As primeiras linhas de investigação apontam que os irmãos teriam ligação com uma facção criminosa. A polícia também apura a suspeita de que integrantes de um grupo rival tenham descoberto a localização deles após uma publicação feita pela mãe nas redes sociais.

    A Polícia Civil segue realizando diligências para identificar e localizar os envolvidos no ataque.

  • Caema anuncia parada programada no Sistema Italuís e abastecimento será suspenso em São Luís nesta terça

    A Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) realizará, nesta terça-feira (12), uma parada programada no Sistema Italuís para execução de serviços de manutenção e modernização da estrutura operacional. A interrupção temporária no abastecimento de água afetará bairros atendidos pelo sistema ao longo do dia.

    De acordo com a companhia, os trabalhos começam às 6h e devem seguir até as 18h, totalizando cerca de 12 horas de intervenção. Durante esse período, o fornecimento de água será suspenso temporariamente nas áreas abastecidas pelo Sistema Italuís.

    Entre os serviços previstos estão manutenções corretivas e preventivas em subestações, substituição de componentes elétricos de média tensão, revisão de equipamentos eletromecânicos e a instalação de dois novos soft starters, dispositivos utilizados para reduzir impactos elétricos durante o acionamento dos conjuntos motobomba.

    Segundo a Caema, as melhorias têm como objetivo aumentar a eficiência operacional do sistema, reforçar a segurança das equipes técnicas e garantir maior estabilidade no abastecimento de água.

    A companhia também orientou a população a fazer uso consciente da água durante o período de manutenção.

  • Empresária presa por agressão contra doméstica grávida diz que anel que motivou o caso é avaliado em R$ 5 mil

    O caso envolvendo a empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos ganhou novos desdobramentos após o depoimento prestado por ela à Polícia Civil do Maranhão. Presa sob suspeita de agredir uma empregada doméstica grávida de 19 anos, Carolina afirmou que o anel apontado como motivo das agressões teria valor estimado em R$ 5 mil. O interrogatório aconteceu na quinta-feira (7), na Delegacia do Araçagy, e durou pouco mais de uma hora.

    Durante o depoimento, a empresária questionou a autenticidade dos áudios divulgados nas redes sociais, nos quais uma mulher relata as agressões cometidas contra a funcionária. Segundo a Polícia Civil, Carolina pediu que o material seja periciado antes de qualquer conclusão definitiva. Já a defesa informou que ela admite ter participado das agressões.

    A suspeita também declarou estar grávida de três meses e relatou problemas de saúde, como pressão alta e infecção urinária. Apesar disso, a polícia informou que a gravidez ainda não foi oficialmente confirmada. Carolina chegou a ser levada ao Instituto Médico Legal para exames, mas os resultados ainda não haviam sido divulgados até a última atualização do caso.

    A audiência de custódia da empresária está marcada para esta sexta-feira (8). A defesa pretende solicitar prisão domiciliar, alegando questões de saúde, a gravidez e a necessidade de cuidar do filho de seis anos.

    As investigações apontam que Carolina Sthela poderá responder por tentativa de homicídio triplamente qualificado, cárcere privado, calúnia, difamação e injúria. Segundo a Polícia Civil, os agravantes da tentativa de homicídio incluem motivo torpe, crueldade e impossibilidade de defesa da vítima.

    O delegado-geral Augusto Barros afirmou que novas provas ainda estão sendo analisadas e que o inquérito segue em andamento. De acordo com ele, alguns elementos da investigação ainda dependem de confirmação técnica.

    A prisão de Carolina aconteceu em Teresina, no Piauí. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, ela foi localizada em um posto de combustíveis enquanto supostamente tentava deixar o estado. A defesa contesta essa versão e afirma que a empresária estava hospedada com familiares por não ter com quem deixar o filho no Maranhão.

    Outro investigado no caso é o policial militar Michael Bruno Lopes Santos. Em depoimento à Corregedoria da PM, ele negou participação nas agressões. Já à Polícia Civil, apresentou outra versão e admitiu ter estado na residência e participado das agressões, embora tenha atribuído a maior parte dos atos à empresária.

    Segundo a vítima, Michael Bruno teria participado diretamente das agressões e da tortura sofridas dentro da residência onde ela trabalhava. O policial afirmou conhecer Carolina Sthela há seis anos e relatou que foi até a casa para entregar um documento solicitado pelo marido da empresária.

    A Corregedoria da Polícia Militar abriu investigação interna para apurar a conduta do PM. Paralelamente, quatro policiais militares que atenderam inicialmente a ocorrência também passaram a ser investigados administrativamente. Até agora, nenhum deles foi afastado das funções.

    O caso ganhou repercussão após a divulgação de áudios atribuídos à empresária. Em um dos trechos, a mulher afirma que a vítima “não era para ter saído viva” e relata que não foi levada à delegacia porque um dos policiais presentes a conhecia.

  • Assembleia Legislativa homenageia o jornal O Imparcial por seu centenário de fundação

    A Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) realizou, nesta quinta-feira (7), no Plenário Nagib Haickel, sessão solene em homenagem aos 100 anos do jornal O Imparcial. A iniciativa é de autoria da presidente da Casa, deputada Iracema Vale (MDB). O ato solene foi comandado, alternadamente, pela chefe do Parlamento estadual, deputada Iracema Vale, e pelo deputado Antônio Pereira (MDB), e contou com a presença de autoridades, convidados e dirigentes do periódico.

    Além da presidente da Assembleia, compuseram a mesa de honra da cerimônia, o ex-presidente da República, José Sarney; o deputado Davi Brandão (MDB); o desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (TRT/MA), Gérson de Oliveira Costa Filho; o presidente do jornal O Imparcial, jornalista Pedro Freire; o diretor- geral do jornal O Imparcial, jornalista Célio Sérgio Serra Ferreira; e o diretor de Redação do matutino, jornalista Raimundo Borges. Prestigiaram a solenidade, os deputados Florêncio Neto (MDB), Wellington do Curso (PSD), Antônio Pereira (MDB), Helena Duailibe (Republicanos), Jotta Pinto (Republicanos) e Neto Evangelista (MDB).

    O jornal, que faz parte dos Diários Associados, atingiu seu centenário em 1º de maio de 2026, focado em renovação tecnológica e preservação de sua história. Atualmente, o periódico tem como figuras centrais de sua gestão o jornalista Célio Sérgio Serra Ferreira, que assumiu como diretor executivo geral em 2024, e o experiente jornalista Raimundo Borges, atuando como diretor de Redação.

    Em sua saudação aos 100 anos do jornal O Imparcial, a deputada Iracema Vale destacou a trajetória do periódico e sua relevante contribuição ao desenvolvimento do Maranhão. ”Hoje, a Assembleia Legislativa reconhece não só a longevidade, mas o valor histórico, cultural e afetivo de uma instituição que ajudou a preservar a nossa identidade. Muito obrigado pelo trabalho prestado ao povo maranhense durante esses 100 anos”, afirmou.

  • Empresária investigada por tortura de doméstica grávida é presa em Teresina

    A empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos foi presa na manhã desta quinta-feira (7), em Teresina, no Piauí, durante o cumprimento de um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça do Maranhão. Ela é investigada por suspeita de agredir e torturar uma empregada doméstica grávida de 19 anos, no município de Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís.

    A informação foi confirmada pela defesa da investigada. Em vídeo divulgado nas redes sociais, a advogada Nathaly Moraes afirmou que Carolina Sthela foi localizada na capital piauiense e que a ordem judicial está sendo executada.

    “Ela vai responder nos termos e vai cumprir as medidas judiciais que lhe foram impostas e a defesa segue atuando. Ela foi presa em Teresina e o mandado de prisão está sendo cumprido neste momento”, declarou a advogada.

    A prisão também foi confirmada pelo governador do Maranhão, Carlos Brandão, por meio das redes sociais. “Já está presa Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, investigada por agressões contra uma jovem doméstica grávida, em Paço do Lumiar”, publicou.

    A decisão pela prisão preventiva foi tomada após solicitação da Polícia Civil do Maranhão. Na quarta-feira (6), equipes estiveram na residência da empresária para intimá-la a prestar depoimento, mas ela não foi encontrada no imóvel.

    Segundo a Polícia Civil, apenas uma funcionária estava na casa no momento da visita e teria sido chamada às pressas para assumir o serviço.

    O caso é investigado pela 21ª Delegacia de Polícia Civil do Araçagy. A vítima procurou a polícia e registrou boletim de ocorrência, afirmando ter sido agredida após ser acusada de roubar joias da ex-patroa.

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