BLOG DO IVSON LIMA

O que acontece no Maranhão, do jeito que você entende.

  • Bolsonaro passa mal na Papudinha e é levado a hospital em Brasília

    O ex-presidente Jair Bolsonaro passou mal na manhã desta sexta-feira (13) enquanto estava detido no batalhão conhecido como Papudinha, em Brasília, e precisou ser levado a um hospital para atendimento médico.

    De acordo com informações divulgadas pelo senador Flávio Bolsonaro, o ex-presidente apresentou calafrios e episódios de vômito ainda durante a madrugada. Após o mal-estar, ele foi retirado da unidade prisional em uma ambulância e encaminhado ao Hospital DF Star, na capital federal.

    Bolsonaro chegou ao hospital por volta das 8h50, escoltado por agentes de segurança. No momento da transferência da ambulância para a unidade de saúde, policiais chegaram a montar um bloqueio visual para impedir a visualização do ex-presidente.

    Até o momento, não foram divulgados detalhes oficiais sobre o quadro clínico ou sobre a causa do mal-estar.

    O ex-presidente cumpre pena na unidade militar do Complexo da Papuda e já enfrentou outros episódios recentes de problemas de saúde, muitos deles relacionados às complicações do atentado a faca sofrido durante a campanha eleitoral de 2018.

  • Greve parcial deixa frota urbana de ônibus parada em São Luís nesta sexta

    Uma paralisação parcial dos rodoviários deixou os ônibus do sistema urbano de São Luís fora de circulação nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (13). A interrupção ocorre porque empresas responsáveis pelas linhas urbanas ainda não realizaram o pagamento de trabalhadores da categoria.

    Enquanto isso, os ônibus do sistema semiurbano estão operando normalmente, atendendo principalmente linhas que ligam a capital a municípios da Região Metropolitana, como São José de Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar.

    Mesmo com parte da frota em circulação, há restrições. Alguns coletivos semiurbanos não estão entrando em determinados terminais, como o da Cohab, onde a catraca de acesso chegou a ficar interditada e passageiros aguardam alternativas para seguir viagem.

    De acordo com o Sindicato dos Rodoviários do Maranhão, a situação do sistema urbano permanece indefinida, já que ainda não houve confirmação de pagamento por parte das empresas. A entidade afirma que continua acompanhando o caso e mantém diálogo para tentar evitar o agravamento da crise no transporte público da capit

  • Antônio Pereira esclarece que TCU não identificou irregularidades em obra de prolongamento da Avenida Litorânea

    O deputado estadual Antônio Pereira (MDB) utilizou a tribuna do Plenário Nagib Haickel, nesta quarta-feira (11), para esclarecer informações sobre a obra de prolongamento da Avenida Litorânea, em São Luís. Durante pronunciamento, o parlamentar destacou que não foram detectadas irregularidades na execução da obra, conforme acórdão recente do Tribunal de Contas da União (TCU).

    Segundo o deputado, a ampliação da Avenida Litorânea integra um conjunto de investimentos em infraestrutura conduzidos pelo governador Carlos Brandão, em parceria com o governo federal. A obra prevê a extensão de cerca de sete quilômetros da avenida, que se somarão aos sete já existentes, criando um importante corredor viário na região metropolitana da capital maranhense. 

    “Primeiro, quero dizer que o governador Carlos Orleans Brandão tem feito um grande trabalho na infraestrutura de São Luís e de toda a Ilha. Um exemplo é o prolongamento da Litorânea, que é uma obra que praticamente dobra a extensão da avenida, no sentido de ampliar e prolongar o trecho existente”, afirmou.

    De acordo com Pereira, o projeto é considerado estruturante para a Ilha de São Luís, pois contribuirá para melhorar a mobilidade urbana e a integração entre os municípios que compõem a ilha: São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa. O prolongamento deverá interligar a região do Araçagi a outras vias estratégicas, formando um anel viário que facilitará o acesso a áreas próximas ao aeroporto da capital.

    Durante o pronunciamento, o parlamentar citou o acórdão extraído da Ata 6/2026 do plenário do TCU, referente à sessão ordinária realizada em 4 de março. O documento, relatado pelo ministro Benjamin Zymler, apresenta a decisão unânime do colegiado após análise da regularidade da execução das obras do prolongamento da Avenida Litorânea. 

    Segundo Antônio Pereira, embora o tribunal tenha recomendado ajustes administrativos à Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra), o ponto central do documento informa que não foram detectados indícios de irregularidades nas obras de prolongamento da avenida nos municípios de São Luís e São José de Ribamar. 

    Conforme o item 9.8 do acórdão, o TCU decidiu: “Informar à Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização do Congresso Nacional que não foram detectados indícios de irregularidades que se enquadram no disposto no art. 140, §1º, inciso IV, da Lei 15.080/2024 (LDO/2015) nas obras do prolongamento da Avenida Litorânea, nos municípios de São Luís e São José de Ribamar, no Estado do Maranhão”.

    Ao final, o parlamentar destacou que o objetivo do pronunciamento foi dar transparência ao debate público e reforçar a importância da obra para o desenvolvimento da infraestrutura e da mobilidade urbana na Grande São Luís. 

    “Faço esse esclarecimento para que a sociedade maranhense tenha conhecimento do que de fato consta no acórdão do Tribunal de Contas da União. Quem tiver interesse pode acessar o documento completo e verificar todas as informações”, concluiu o deputado.

  • Greve de rodoviários pode paralisar transporte público em São Luís a partir de sexta-feira

    O transporte coletivo da Grande São Luís pode enfrentar uma nova paralisação a partir das primeiras horas desta sexta-feira (13). A possibilidade foi confirmada pelo Sindicato dos Rodoviários do Maranhão após mudança na data inicialmente prevista para o início do movimento.

    De acordo com o presidente do sindicato, Marcelo Brito, a decisão de adiar a paralisação ocorreu após orientação jurídica da entidade. A categoria optou por aguardar o fim do prazo concedido para que as empresas efetuem o pagamento do reajuste salarial determinado pela Justiça do Trabalho.

    Segundo os rodoviários, as empresas do sistema de transporte ainda não cumpriram a decisão judicial que prevê aumento de 5,5% nos salários, além da atualização do ticket alimentação e de outros benefícios previstos na convenção coletiva.

    O sindicato afirma que o prazo de 72 horas estabelecido para a regularização dos pagamentos termina ao longo desta quinta-feira (12). Caso a situação não seja resolvida dentro desse período, a paralisação deverá começar na madrugada de sexta-feira (13), podendo afetar todo o sistema de transporte urbano e semiurbano da região metropolitana.

    A eventual greve pode impactar milhares de passageiros que dependem diariamente dos ônibus para se deslocar entre São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa.

    Representantes do setor empresarial apontam que o sistema enfrenta dificuldades financeiras, agravadas por fatores como aumento no preço do diesel e falta de reajuste na tarifa de remuneração do transporte público.

    Caso não haja acordo entre trabalhadores e empresas até o fim do prazo estabelecido, a capital maranhense poderá voltar a enfrentar mais uma interrupção no serviço de transporte coletivo.

  • Em turma presidida por Flávio Dino, STF inicia julgamento de Josimar Maranhãozinho

    A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta terça-feira (10) o julgamento da ação penal que envolve o deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL-MA). O caso está sendo analisado pelo colegiado presidido pelo ministro Flávio Dino.

    Além de Josimar Maranhãozinho, também são réus no processo o deputado federal Pastor Gil (PL-MA) e o ex-deputado Bosco Costa (PL-SE). A denúncia foi apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e aponta a existência de um suposto esquema de cobrança de propina relacionado à liberação de emendas parlamentares.

    Segundo a acusação, os parlamentares teriam solicitado cerca de R$ 1,6 milhão em vantagens indevidas para permitir o repasse de aproximadamente R$ 6,6 milhões em emendas destinadas à área da saúde no município de São José de Ribamar, na Região Metropolitana de São Luís. As investigações indicam que a cobrança poderia chegar a 25% do valor liberado.

    O processo é relatado pelo ministro Cristiano Zanin e será analisado também pelos ministros Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia. Durante o julgamento, serão apresentados o relatório do caso, as manifestações da acusação e da defesa, antes da votação dos ministros.

    A Primeira Turma reservou até três sessões para a análise da ação penal.